Tive essa ideia no meio do caminho...
Um post feliz
De interpretações diversas
Mas é bom que seja assim
Um sorriso torto
Barba amanhecida
Cicatrizes com história
O 'jeito'
Bafo de hortelã
Um abraço alto
Cabelo
Me sentir 'pequena'
Ser jogada
Ficar sem ar pelo peso
O 'descuido'
Uma risada sincera - provocada por você
Danças tradicionais
O momento exato da 'baixa guarda'
Carinho no meio da noite
Ser acordada
Acordar
Dar tchau
e voltar.
Infelizmente eu sei tão pouco de tudo.
Today was that kind of day that lasts the whole week...
"Kind of morning that lasts all afternoon
(...) Am I living it right?" - I keep wondering
Feliz pelo amigos.
Mudanças repentinas pra alguns... outras não tão repentinas pra outros...
Pode ser pecado, mas se eu não puder falar aqui...
Por que eu sinto que o mundo só gira pros outros?
E o que me falta viver?
Cadê?
Am I living it right?
6 de ago. de 2013
30 de jul. de 2013
Mensagem?
O IMPOSSÍVEL É O SOBRENOME DO MEDO
Perdemos mais tempo arrumando desculpas do que vivendo.
Perdemos mais tempo adiando do que aceitando a dificuldade.
Perdemos mais tempo explicando a desistência do que enfrentando o sim.
Eu garanto que a fuga dá mais trabalho do que se encontrar. Porque estaremos longe, mas com saudade. Porque estaremos protegidos, mas vazios. Porque estaremos aliviados, mas entediados.
A vida é simples, milagrosamente simples.
A esperança é firmeza. Consiste em seguir adiante mesmo com pânico, mesmo com receio.
Não há como acalmar o coração senão vivendo.
Parece que nunca conseguiremos fazer, mas vamos fazer, acredite, toda a vida foi feita de sustos bons.
Somente tememos o que é importante. Somente temos dúvidas do que é essencial. Somente entramos em crise por enxergar com clareza a dimensão de nossa escolha.
Os riscos valorizam a recompensa.
Viver não é para solitários. Sempre tem alguém nos chamando para nos acompanhar no perigo.
(...)
O impossível é apenas o sobrenome do medo.
Você acha que somos impossíveis, mas é do impossível que o amor gosta.
O impossível é inesquecível.
O impossível é o possível repartido. O impossível é o possível a dois.
Resposta pra o que eu tava pensando hoje no trem?
Medo de tomar como um sim.
Medo.
O impossível é apenas sobrenome do medo.
Perdemos mais tempo arrumando desculpas do que vivendo.
Perdemos mais tempo adiando do que aceitando a dificuldade.
Perdemos mais tempo explicando a desistência do que enfrentando o sim.
Eu garanto que a fuga dá mais trabalho do que se encontrar. Porque estaremos longe, mas com saudade. Porque estaremos protegidos, mas vazios. Porque estaremos aliviados, mas entediados.
A vida é simples, milagrosamente simples.
A esperança é firmeza. Consiste em seguir adiante mesmo com pânico, mesmo com receio.
Não há como acalmar o coração senão vivendo.
Parece que nunca conseguiremos fazer, mas vamos fazer, acredite, toda a vida foi feita de sustos bons.
Somente tememos o que é importante. Somente temos dúvidas do que é essencial. Somente entramos em crise por enxergar com clareza a dimensão de nossa escolha.
Os riscos valorizam a recompensa.
Viver não é para solitários. Sempre tem alguém nos chamando para nos acompanhar no perigo.
(...)
O impossível é apenas o sobrenome do medo.
Você acha que somos impossíveis, mas é do impossível que o amor gosta.
O impossível é inesquecível.
O impossível é o possível repartido. O impossível é o possível a dois.
Fabrício Carpinejar
Resposta pra o que eu tava pensando hoje no trem?
Medo de tomar como um sim.
Medo.
O impossível é apenas sobrenome do medo.
22 de jul. de 2013
Pensando
Muita coisa querendo sair.
São 20:41, e eu terminei essa frase 8 minutos depois.
John Mayer's night. Eu já tô na cama.
Minha casa é muito fria.
Queria começar falando sobre relações virtuais.
Tema manjado? Talvez pros adolescentes.
Eu acho bem adequado porque me escondi atrás de uma janela de messenger por bastante tempo.
Quando não se é a pessoa mais extrovertida do mundo você começa se socializando assim.
Agora eu já não quero mais saber dessa m*.
(O frio me deixa de mal humor e irritadíssima).
É rídículo tu ter uma conversa super bacana com uma pessoa e depois ter que manter contato por mensagem, whatsapp ou o caral**.
Não flui.
E as pessoas não descomplicam.
Deixam que vá tudo de bom construído por água abaixo e por quê? Fucking long distance relationship.
Qualquer relacionamento vira 'longa distância'.
Tu mora na mesma cidade e ao invés de combinar pra tomar um chope (ou um vinho) as pessoas ficam, cada uma na sua casa, falando com os dedos e fucking "hehehe's" ¬¬.
Vamos fazer algo mais útil com a vida? Vamos vir aqui em casa, dividir aquela garrafa de vinho e trocar calor?
Pode ser só um abraço.
Tô carentíssima de conversas, de gente, de alguém que queira estar ao redor. E eu admito.
Esse sentimento me deixa naquela angústia que eu não tava com saudade. Com pressa, urgência, sentindo a vida escapando e eu não conseguindo agarrar.
Eu sinto falta de conversar com o(s) companheiro(s) de blog. Talvez essa conversa virtual rendesse mais do que qualquer outra.
Queria mais uma coisa... só mais uma, juro.
Estar na praia, ouvindo essas mesmas músicas, deitada no sol e suja de areia, com calor.
Queria mais várias coisas, mas isso vocês sabem.
Odeio desejar que o tempo passe rápido, mas essa semana não vai ter jeito.
Que passe. Passe essa e a outra e que eu volte à vida, às ruas, à loucura e ao cansaço.
Ps: How can you amuse somebody?
São 20:41, e eu terminei essa frase 8 minutos depois.
John Mayer's night. Eu já tô na cama.
Minha casa é muito fria.
Queria começar falando sobre relações virtuais.
Tema manjado? Talvez pros adolescentes.
Eu acho bem adequado porque me escondi atrás de uma janela de messenger por bastante tempo.
Quando não se é a pessoa mais extrovertida do mundo você começa se socializando assim.
Agora eu já não quero mais saber dessa m*.
(O frio me deixa de mal humor e irritadíssima).
É rídículo tu ter uma conversa super bacana com uma pessoa e depois ter que manter contato por mensagem, whatsapp ou o caral**.
Não flui.
E as pessoas não descomplicam.
Deixam que vá tudo de bom construído por água abaixo e por quê? Fucking long distance relationship.
Qualquer relacionamento vira 'longa distância'.
Tu mora na mesma cidade e ao invés de combinar pra tomar um chope (ou um vinho) as pessoas ficam, cada uma na sua casa, falando com os dedos e fucking "hehehe's" ¬¬.
Vamos fazer algo mais útil com a vida? Vamos vir aqui em casa, dividir aquela garrafa de vinho e trocar calor?
Pode ser só um abraço.
Tô carentíssima de conversas, de gente, de alguém que queira estar ao redor. E eu admito.
Esse sentimento me deixa naquela angústia que eu não tava com saudade. Com pressa, urgência, sentindo a vida escapando e eu não conseguindo agarrar.
Eu sinto falta de conversar com o(s) companheiro(s) de blog. Talvez essa conversa virtual rendesse mais do que qualquer outra.
Queria mais uma coisa... só mais uma, juro.
Estar na praia, ouvindo essas mesmas músicas, deitada no sol e suja de areia, com calor.
Queria mais várias coisas, mas isso vocês sabem.
Odeio desejar que o tempo passe rápido, mas essa semana não vai ter jeito.
Que passe. Passe essa e a outra e que eu volte à vida, às ruas, à loucura e ao cansaço.
Ps: How can you amuse somebody?
19 de jul. de 2013
Falando
Quando a gente fala, algumas constatações saem nuas e cruas.
Claras e tão óbvias, como se já tivessem sido pensadas antes.
Hoje comentei sobre como eu fiquei três anos envolvida com uma (ou numa) pessoa que não sabia/não se interessava em nada sobre mim. (Cara que bom que eu posso escrever isso aqui).
Se livrar disso é bom, pra não dizer essencial. Mas ficam resquícios. Calma, já vou explicar.
Falam daquelas pessoas que se apaixonam fácil.
Falam daquelas pessoas que grudam.
'Eles' falam; quem fala?
Não é propriamente se apaixonar. Porque se apaixonar é mais que isso. É tudo aquilo que eu narrei aqui por meses a fio.
Tem gente carente, coisa que eu nunca fui... apenas estive. É uma situação, não um estado.
Até porque, se você nunca se livrar disso... Sei lá.
O que eu sinto, o que tem me impressionado nas pessoas ultimamente é o interesse.
Uma pessoa, que tu conhece em uma noite, pode sim saber mais da tua vida que um fdp com quem tu conviveu por três anos.
O quê isso faz com tua cabeça? Ainda estou descobrindo.
Talvez o fato de eu ser eu (último post); + essa admiração por me admirarem, por se interessarem; + a minha super capacidade fria e calculista de não correr atrás (quando chega um determinado momento pautado pelas circunstâncias - não me peçam para definir, eu simplesmente SEI) resulte em algo algum dia. Talvez eu pense que isso efetivamente tem um significado, mas continua tudo errado.
São maneiras diferentes de tentar.
Tentar não deixar de acreditar.
Não sei quando se deve perder as esperanças.
Dizem ('eles' de novo) que quando tu para com tudo, perde as esperanças, desiste, whatever... é que bate na porta aquilo que tu não acreditava mais.
Sorry, não consigo aceitar isso. Mesmo quando eu achei que tivesse desistido, a fagulha ainda persistia, mesmo que branda.
Eu acredito e eu quero a chance.
Que seja pra eu decidir que nunca mais depois de uns meses, mas eu preciso saber se esse tal de amor existe.
E tudo se resume a isso.
Esse blog se resume isso, o jeito como eu me comporto, como eu sorrio, pisco, respiro, olho ao redor.
Everybody is looking for something. Pode fingir que não... vá em frente e boa sorte.
Você também está procurando.
Mudando um pouco de assunto, quero citar um trecho que é propício e que acho que já citei:
" Dedicar-se à criação e ao usufruto da beleza pode ser, portanto, um negócio sério – nem sempre necessariamente uma forma de fugir da realidade mas, algumas vezes, uma forma de ater-se à realidade, quando todo o resto está se desfazendo em... retórica e trama. (...). Apreciar o prazer pode ser a âncora de humanidade de uma pessoa. (...). ... Senti um vislumbre de felicidade, e, quando você sente um tênue potencial de felicidade depois de épocas tão sombrias, precisa agarrar essa felicidade com todas as suas forças e não soltá-la até ela arrastar você para fora da lama – não se trata de egoísmo, mas sim de libertação. Você recebeu a vida: é seu dever (e também seu direito como ser humano) encontrar alguma coisa de belo nessa vida, por mais ínfima que seja. (...)."
Claras e tão óbvias, como se já tivessem sido pensadas antes.
Hoje comentei sobre como eu fiquei três anos envolvida com uma (ou numa) pessoa que não sabia/não se interessava em nada sobre mim. (Cara que bom que eu posso escrever isso aqui).
Se livrar disso é bom, pra não dizer essencial. Mas ficam resquícios. Calma, já vou explicar.
Falam daquelas pessoas que se apaixonam fácil.
Falam daquelas pessoas que grudam.
'Eles' falam; quem fala?
Não é propriamente se apaixonar. Porque se apaixonar é mais que isso. É tudo aquilo que eu narrei aqui por meses a fio.
Tem gente carente, coisa que eu nunca fui... apenas estive. É uma situação, não um estado.
Até porque, se você nunca se livrar disso... Sei lá.
O que eu sinto, o que tem me impressionado nas pessoas ultimamente é o interesse.
Uma pessoa, que tu conhece em uma noite, pode sim saber mais da tua vida que um fdp com quem tu conviveu por três anos.
O quê isso faz com tua cabeça? Ainda estou descobrindo.
Talvez o fato de eu ser eu (último post); + essa admiração por me admirarem, por se interessarem; + a minha super capacidade fria e calculista de não correr atrás (quando chega um determinado momento pautado pelas circunstâncias - não me peçam para definir, eu simplesmente SEI) resulte em algo algum dia. Talvez eu pense que isso efetivamente tem um significado, mas continua tudo errado.
São maneiras diferentes de tentar.
Tentar não deixar de acreditar.
Não sei quando se deve perder as esperanças.
Dizem ('eles' de novo) que quando tu para com tudo, perde as esperanças, desiste, whatever... é que bate na porta aquilo que tu não acreditava mais.
Sorry, não consigo aceitar isso. Mesmo quando eu achei que tivesse desistido, a fagulha ainda persistia, mesmo que branda.
Eu acredito e eu quero a chance.
Que seja pra eu decidir que nunca mais depois de uns meses, mas eu preciso saber se esse tal de amor existe.
E tudo se resume a isso.
Esse blog se resume isso, o jeito como eu me comporto, como eu sorrio, pisco, respiro, olho ao redor.
Everybody is looking for something. Pode fingir que não... vá em frente e boa sorte.
Você também está procurando.
Mudando um pouco de assunto, quero citar um trecho que é propício e que acho que já citei:
" Dedicar-se à criação e ao usufruto da beleza pode ser, portanto, um negócio sério – nem sempre necessariamente uma forma de fugir da realidade mas, algumas vezes, uma forma de ater-se à realidade, quando todo o resto está se desfazendo em... retórica e trama. (...). Apreciar o prazer pode ser a âncora de humanidade de uma pessoa. (...). ... Senti um vislumbre de felicidade, e, quando você sente um tênue potencial de felicidade depois de épocas tão sombrias, precisa agarrar essa felicidade com todas as suas forças e não soltá-la até ela arrastar você para fora da lama – não se trata de egoísmo, mas sim de libertação. Você recebeu a vida: é seu dever (e também seu direito como ser humano) encontrar alguma coisa de belo nessa vida, por mais ínfima que seja. (...)."
Continuo concordando, mas agora fico em dúvida se devia. É uma faca que corta dos dois lados e que pode te picar em pedacinhos. Será que é um forma de ater-se à realidade, uma vez que essa realidade é minoria? Será essa minha âncora? "(...) Os deuses não amam, se deixam amar". - fica martelando aqui.
Can I be a goddess?
Status: Duas ou três taças de vinho depois.
Hoje parece aquela noite... só que era mais quente e eu acordei daquele jeito que eu não acordo faz tempo.
Set/2012 and I souldn't think about it... but well, it REALLY doesn't mean anything right now. Just a person and situation that don't exist anymore.
E música eletrônica.
Fazia tempo que eu não ficava com essa janela tanto tempo aberta, talvez por isso saiu tanta coisa... Por que foi saindo.
Um beijo
Amy
Status: Duas ou três taças de vinho depois.
Hoje parece aquela noite... só que era mais quente e eu acordei daquele jeito que eu não acordo faz tempo.
Set/2012 and I souldn't think about it... but well, it REALLY doesn't mean anything right now. Just a person and situation that don't exist anymore.
E música eletrônica.
Fazia tempo que eu não ficava com essa janela tanto tempo aberta, talvez por isso saiu tanta coisa... Por que foi saindo.
Um beijo
Amy
13 de jul. de 2013
Sendo eu
Tranquila, sem peso na consciência
Sendo uma eu nova.
O meu melhor sai quando eu não penso.
O "automático".
O melhor disso? Se sentir totalmente à vontade.
Saber que se alguém não gostar, pelo menos viu a verdade.
Não vou sair mais de um relacionamento podendo dizer que "ele não me conhecia".
Essa serenidade não diz respeito ao passado, não se engane.
É permitir-se, curtir-se, deixar-se levar e aproveitar 100%, dar 100%.
Amanhã pode ser tarde.
A dose de desapego no ar anda grande.
Qualquer puxada de ar mais arfante te faz esquecer de tudo e todos - de qualquer boa coisa.
Essa serenidade diz respeito a assumir uma nova postura.
Aquela postura que comentei no último post.
Protagonista da própria vida.
Hoje ouvindo John Mayer - In your Atmosphere
"Because I'd die if I saw you, I'd die if I didn't see you there".
Sendo uma eu nova.
O meu melhor sai quando eu não penso.
O "automático".
O melhor disso? Se sentir totalmente à vontade.
Saber que se alguém não gostar, pelo menos viu a verdade.
Não vou sair mais de um relacionamento podendo dizer que "ele não me conhecia".
Essa serenidade não diz respeito ao passado, não se engane.
É permitir-se, curtir-se, deixar-se levar e aproveitar 100%, dar 100%.
Amanhã pode ser tarde.
A dose de desapego no ar anda grande.
Qualquer puxada de ar mais arfante te faz esquecer de tudo e todos - de qualquer boa coisa.
Essa serenidade diz respeito a assumir uma nova postura.
Aquela postura que comentei no último post.
Protagonista da própria vida.
Hoje ouvindo John Mayer - In your Atmosphere
"Because I'd die if I saw you, I'd die if I didn't see you there".
Beijos da Amy
2 de jul. de 2013
De bem
Só uma frase que eu falei hoje: "Quando a gente tá de bem com a vida, acontece isso né... A gente vê que as pessoas se apegam em coisas tão pequenas...".
É feio não passar aqui quando tá tudo bem né.
Acho que a gente vai se desapegando.
Mas eu vim pra dizer que tô bem.
Que a vida é linda.
Que eu quero viver ela tanto, mas tanto... que me dá vontade de sacudir que não quer.
Pessoas deixam de viver pelo frio, pela dor, pelo sono.
Qualquer desculpa vale e o sol brilha la fora.
E o vento sopra na noite.
Foda-se se é uma noite gelada.
Eu detesto inverno, mas vou dar pause por causa disso?
Um dia a menos não será depois um dia a mais.
Gente, positividade!
Postura!
Quem é o protagonista da tua vida?
Sente esse coração bater.
Joga pra fora carinho e amor que eles rebatem e voltam.
Eles voltam!
E não, eu não estou apaixonada.
Só de bem.
E feliz.
A gente tem mais a agradecer do que a pedir.
É feio não passar aqui quando tá tudo bem né.
Acho que a gente vai se desapegando.
Mas eu vim pra dizer que tô bem.
Que a vida é linda.
Que eu quero viver ela tanto, mas tanto... que me dá vontade de sacudir que não quer.
Pessoas deixam de viver pelo frio, pela dor, pelo sono.
Qualquer desculpa vale e o sol brilha la fora.
E o vento sopra na noite.
Foda-se se é uma noite gelada.
Eu detesto inverno, mas vou dar pause por causa disso?
Um dia a menos não será depois um dia a mais.
Gente, positividade!
Postura!
Quem é o protagonista da tua vida?
Sente esse coração bater.
Joga pra fora carinho e amor que eles rebatem e voltam.
Eles voltam!
E não, eu não estou apaixonada.
Só de bem.
E feliz.
A gente tem mais a agradecer do que a pedir.
6 de jun. de 2013
Viagem
Tava recortando umas coisas (sim, recortando) no trabalho (sim, no
trabalho) e algum botão de Start foi pressionado no meu cérebro. Ele começou a
viajar pelo tempo, passando por tantos temas, pessoas, sentimentos...
Levou tanto tempo pra voltar que quando voltou eu fiquei uns segundos
aturdida pensando onde eu tinha estado.
Perambulei por aí me perguntando como uma coisa que se chegou a cogitar
chamar de amor – ainda que fosse só carinho – vira esse nada. Como uma coisa
grande vira fotos apagadas, telefones deletados, facebook bloqueado? Como tudo
termina com você não sentindo nada de bom pelo que passou? Talvez seja melhor
assim pra recuperação emocional, mas é como não ter sobrado uma mísera consideração
pelo que houve de bom. Sabe aquele ‘olhar pra trás’ e sorrir? Não existe isso.
Não que eu ache que eu vá passar inatingível e/ou indolor nos próximos
encontros, afinal um coração tem memória. Colocando em uma balança, é injusto
as coisas terminarem mal, embora se continuasse a ‘amizade’ jamais iria
efetivamente terminar. Como pesar do jeito certo? Só... pensamentos que me
ocorreram.
Aí, depois disso, pulei pra um tópico sobre o qual ninguém vai chegar a
nenhuma conclusão nunca: porque a gente gosta de quem gosta? Mesmo que não tenha
nada a ver, que a razão diga que vocês são de mundos (de cidades) diferentes, que
os olhos vejam que tem gostos opostos, que a cabeça perceba que tem personalidades
que não batem, que o destino determine que ele vai embora em 2 meses. Essas paixões
que vão embora... recorrentes e intrigantes. Volta-se para o sentimento de ‘depois
de tudo’: aquele por quem você não se apaixonou, mas encantou pela beleza,
permaneceu guardado embebido naquele carinho bom, naquela nostalgia, naquele ‘olhar
pra trás’ com um sorriso.
E aquele outro, pelo qual você realmente sentiu alguma coisa... cadê? Não
sobrou nada, só sobrou a certeza que não quer mais, que passou, ficou pra trás.
Não foi suficiente nem pra se dar o trabalho de sair e tomar um chope pelos
velhos tempos. Mal e mal um cumprimento, um abraço desajeitado. Uma parte do
espelho que não reconheceu a imagem, que uma vez se refletiram tanto.
Talvez seja o sufocar do sentimento que acabe causando isso. Sufoque o
que há de ruim, mas pague o preço: pague não lembrando o que houve de bom. É uma
pena porque esse carinho é tipo um acalento, uma inundação de calor no peito. É aquele post que ficou nos rascunhos. E
é bom sentir isso. Acho que é um daqueles sentimentos que me move e que eu sempre digo
aqui: é emoção, comoção. Eu me acho um ser tão melhor apaixonada. Acho que
estive apaixonada por tanto tempo ultimamente que não sei mais como não estar. Balança
de novo: ao mesmo tempo que acho que alguém vai ter que fazer muito pra me ‘pegar’
de novo, tenho medo de pisar em falso e cair de amores logo. E errar.
Diz o sábio: “Se você não está errando sequer está tentando”.
Talvez domingo eu volte diferente. Tomara, desde que seja pra melhor.
(Deletei um post sem querer, merda!)
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