Oi gente, tô aqui
Faz tempo né?!
Tô com tempo, em casa. Estão quebrando meu banheiro. Vazamento do caral**.
Mas tá tudo bem, tranquilo e favorável.
Quanta coisa boa do dia 8 de dezembro pra cá (minha última postagem #vergonha)
Nem só coisa boa, mas coisa boa também.
Teve ansiedade, angústia, ainda um pouco de tristeza, mas teve eu voltando a sorrir e ficar bem comigo mesma.
Demorou tanto que eu quase não achei que voltaria.
A ser eu.
Teve praia, mar, calor, sol e amigos. Teve álcool, choro, teve música e teve eu pensando em você.
Teve resoluções de ano novo, teve balanço do ano velho.
Isso é clássico, nunca deixo de fazer e a cada ano saem escritos tão diferentes.
Teve alívio quando eu voltei pra rotina.
Teve um mês de janeiro muito bom no trabalho.
Teve eu indo atrás de você, de novo. Opppss.
Eu simplesmente decidi que a vida é curta demais. É uma só. É aqui, é hoje.
Que eu sofri demais sim, mas não posso me apegar a isso.
Que se eu quero você, eu quero você e foda-se.
Tudo tem limites né, nem tanto ao céu, nem tanto à terra.
Mas eu dei um tempo, pensei, pensei, pensei e continuei precisando.
É um sentimento além do querer.
Ficou um vazio, uma falta, uma coisa que talvez eu tenha sentido só uma outra vez na vida.
E daquela vez durou tão pouco, me curei tão rápido.
Iniciei 2016 pensando em virar páginas, e descobri que se não tinha conseguido virar ainda, era hora de tomar outra atitude.
Podia dar tudo errado.
Mas no momento que eu mandei aquela mensagem bêbada eu abri minhas asas imaginárias e voei. Me libertei, senti aquele peso ir embora. Aquele peso que parece que puxa o coração e o estômago pra baixo, que afunda o peito. Ele foi embora e voltaram as borboletas.
O que mais me dá medo é perder o controle sobre meus sentimentos (de novo).
Mas é uma coisa que eu quero aprender. Eu preciso aprender.
Aprender a "ir pelo esporte" como diz a CG. É mais fácil pra uns do que pra outros.
Essa coisa de lidar com pessoas, sentimentos, expectativas, se relacionar.
Eu chego lá.
O que me conforta é que agora, que eu sei como é não ter, o que vier é lucro.
A gente aproveita o que é bom, se desliga do que é ruim.
Eu posso ser quem eu sou, se não gostar... Meu amor, você já foi embora uma vez: a porta da rua é a serventia da casa.
Eu vou sobreviver (de novo).
E isso me deixa feliz.
E isso me faz querer viver mais.
Algumas pessoas na vida sempre vão despertar o melhor e o pior da gente. Como o pior já foi, eu quero o melhor agora.
Eu desconfio que não vamos longe. E, sim, está bem assim.
Desse jeito mesmo.
(Tanta coisa pra falar que vai ficando misturado, já perdi a linha inicial do texto)
Voltando...
Teve Carnaval!!!
Simm, e quê carnaval meu povo.
O Rio de Janeiro consegue se superar a cada vez.
5 dias e 4 noites ma-ra-vi-lho-sas.
Sem tirar nem pôr.
Alegria, e alegria e alegria. Pura e simples.
Felicidade.
Energia.
E mais alegria.
Inexplicável.
Eternamente grata pelos momentos que passei, pela amizade que se constrói dia a dia.
Pela intensidade de tudo.
E sabe do que mais? Por estar lá de corpo, mente e alma. Inteira.
Vivendo aquilo, vivendo o momento, o dia, a hora, o minuto, o segundo.
Eu, como eu me conheço.
Não pensem que preciso ir tão longe pra ser feliz.
Estou feliz, sigo feliz, e sigo na linha de viver o hoje.
Parar, sentar no sofá, e aproveitar o que temos pro momento.
Ficar sozinha é legal, cozinhar é legal, ficar em casa é legal, cumprir as obrigações é legal também.
Tá tudo numa boa.
Minhas orações são apenas pra que permaneça assim.
Só coisa boa!
Clichê: good vibes only!
Deu por hoje.
Beijos da Amy
25 de fev. de 2016
8 de dez. de 2015
Nada ficou no lugar
A gente nunca sabe o momento em que o jogo vira. A dança das cadeiras é tão sutil que mal escuto arrastar no chão. O envolvimento começa breve como a pausa pro cafezinho e quando a gente menos espera, a xícara vira o prato de uma farta refeição. É uma pena ver que minha fome tem aumentado e a sua não. O desapego de ter você na minha cama mudou. Mudou minha respiração quando você dorme do meu lado. Mudou o destino dos meus pensamentos. Mudou a forma como meu ouvido escuta teu sussurro dizendo "adorei sua companhia". Mudou o jeito como eu passo as mãos no teu peito, desejando lá no fundo, que você perca mais um vôo. Tudo mudou e eu nem percebi até você me dar aquele abraço apertado, que só significou para mim. Você não abraçou só meu corpo, mas uma série de esperas, desejos, vontades, saudades que eu acumulo há meses. Poderia não ser de você, especificamente, mas aí você apareceu. Eu gostaria de poder me proteger desse enorme letreiro "vou me foder de novo" bem luminoso que eu vejo agora. Gostaria de apagar essa luz que acendeu sem a minha permissão. Dói nos olhos e no coração. Gostaria de não sentir no peito a angústia da impotência diante do rumo óbvio dessa história. Uma história que eu não queria protagonizar. Mas você nem sabe o quanto eu fui pega desprevenida, né? Muito menos desconfia que sua constante presença é pura negligência e quem vai pagar o preço sou eu. Você nem sonha, nem imagina que tudo mudou para mim, mesmo que, pra você, sua cadeira não tenha saído do lugar.
by Carolina Burgo
Até tinha dúvidas se já tinha postado esse texto, mas não achei por aqui.
Não precisei colocar uma virgula. Me faltam as palavras, mas tenho lido tanta coisa bonita.
Tanta gente que 'me entende'. Bom saber que não estou sozinha nesse turbilhão de sentimentos.
Eu só desejo que com a virada do ano algumas histórias também virem de página.
Não desejo esquecer, quero que sobre aquele carinho bom.
As palavras começam a vir, mas provavelmente eu escreveria muitas coisas confusas daqui pra frente.
Ficamos com o desejo simples e sincero.
Se eu não voltar, que 2016 seja lindo, cheio de realidade e amor de verdade.
Beijos da Amy.
by Carolina Burgo
Até tinha dúvidas se já tinha postado esse texto, mas não achei por aqui.
Não precisei colocar uma virgula. Me faltam as palavras, mas tenho lido tanta coisa bonita.
Tanta gente que 'me entende'. Bom saber que não estou sozinha nesse turbilhão de sentimentos.
Eu só desejo que com a virada do ano algumas histórias também virem de página.
Não desejo esquecer, quero que sobre aquele carinho bom.
As palavras começam a vir, mas provavelmente eu escreveria muitas coisas confusas daqui pra frente.
Ficamos com o desejo simples e sincero.
Se eu não voltar, que 2016 seja lindo, cheio de realidade e amor de verdade.
Beijos da Amy.
16 de nov. de 2015
Procurando palavras
Minha Alma Precisa de Férias
Acordei meio cansada. Cansada de prender o choro, de contar as novidades, de comprar um vinho e convidar os amigos porque está tudo bem. Cansada de ser forte.
Dormi nua. Tirei as roupas e as máscaras junto, mas precisei recolocá-las pela manhã: uma calça meio surrada, um sapato confortável e um disfarce de gente feliz – feliz o tempo inteiro. Gente que tem a obrigação de ser agradável.
Passei a pensar demais sobre o mundo. Isso é meio arriscado porque a gente acaba enxergando demais – e, uma vez desvendados os nossos próprios absurdos, não se pode voltar atrás. Talvez a ignorância seja mesmo uma bênção – não se dar conta da crueldade com que eventualmente o mundo é capaz de nos tratar. E vendo que o dia amanheceu ensolarado, a certeza: está nublado por aqui.
Acordei meio cansada das minhas próprias escolhas. Só por hoje eu não quero decidir absolutamente nada – açúcar ou adoçante, bossa ou rock’n roll, bom dia ou foda-se?
Não quero ser compreendida. É só mais uma obrigação que dá muito trabalho. Só por hoje, não vou me esforçar pra ser amada. Que nada seja dito ou pensado ao meu respeito: hoje só me cabe existir.
Acordei meio perdida em meio aos tabloides, às pessoas, à confusão urbana que se confunde estranhamente com a minha própria confusão. Não vou escolher uma playlist: toquem o que quiserem. Não vou pensar sobre as pessoas: sejam exatamente o que quiserem. Hoje, só por hoje, não quero conclusões.
Quero passar despercebida, como numa capa mágica de invisibilidade. Quero quase não existir até conseguir me ajustar a esse medo de ser eternamente desajustada. Não quero deadlines ou compromissos ou sorrisos ou explicações. Só por hoje quero coexistir passivamente e sem qualquer resquício de indignação. Minha alma precisa de férias.
Texto de Nathali Macedo
Faz tanto dias que me cabe apenas existir que eu perdi a conta.
Quero passar despercebida até conseguir me ajustar a esse medo de ser eternamente desajustada.
Minha mente precisa de férias.
Acordei meio cansada. Cansada de prender o choro, de contar as novidades, de comprar um vinho e convidar os amigos porque está tudo bem. Cansada de ser forte.
Dormi nua. Tirei as roupas e as máscaras junto, mas precisei recolocá-las pela manhã: uma calça meio surrada, um sapato confortável e um disfarce de gente feliz – feliz o tempo inteiro. Gente que tem a obrigação de ser agradável.
Passei a pensar demais sobre o mundo. Isso é meio arriscado porque a gente acaba enxergando demais – e, uma vez desvendados os nossos próprios absurdos, não se pode voltar atrás. Talvez a ignorância seja mesmo uma bênção – não se dar conta da crueldade com que eventualmente o mundo é capaz de nos tratar. E vendo que o dia amanheceu ensolarado, a certeza: está nublado por aqui.
Acordei meio cansada das minhas próprias escolhas. Só por hoje eu não quero decidir absolutamente nada – açúcar ou adoçante, bossa ou rock’n roll, bom dia ou foda-se?
Não quero ser compreendida. É só mais uma obrigação que dá muito trabalho. Só por hoje, não vou me esforçar pra ser amada. Que nada seja dito ou pensado ao meu respeito: hoje só me cabe existir.
Acordei meio perdida em meio aos tabloides, às pessoas, à confusão urbana que se confunde estranhamente com a minha própria confusão. Não vou escolher uma playlist: toquem o que quiserem. Não vou pensar sobre as pessoas: sejam exatamente o que quiserem. Hoje, só por hoje, não quero conclusões.
Quero passar despercebida, como numa capa mágica de invisibilidade. Quero quase não existir até conseguir me ajustar a esse medo de ser eternamente desajustada. Não quero deadlines ou compromissos ou sorrisos ou explicações. Só por hoje quero coexistir passivamente e sem qualquer resquício de indignação. Minha alma precisa de férias.
Texto de Nathali Macedo
Faz tanto dias que me cabe apenas existir que eu perdi a conta.
Quero passar despercebida até conseguir me ajustar a esse medo de ser eternamente desajustada.
Minha mente precisa de férias.
13 de nov. de 2015
Não insista em quem desistiu de você
Infelizmente nem todo relacionamento é pra sempre. A minoria é. Os livros e os filmes só não costumam mostrar isso. Geralmente ilustram só a parte boa, onde sempre há um final feliz. A vida real é bem diferente, nem sempre é tão bonita. Os relacionamentos também. E eu não estou dizendo que você não terá um final feliz. Acredito mesmo que você terá. Mas no meio do caminho existirão curvas, pedras e vontade de desistir.
Não é só você. Tenha certeza disso. Amores chegam, amores vão. Um dia a gente ganha, no outro a gente perde. Uma noite você desiste de alguém, na outra alguém desiste de você. É a vida. Por isso, não fique bravo comigo quando eu te disser que se o seu relacionamento acabou, mesmo ainda existindo sentimento da sua parte, você deve aceitar isso e só. Eu sei que é difícil, mas quanto você aprende a pensar dessa maneira, as coisas começam a ficar bem mais fáceis.
Claro que nada é definitivo. Mas nunca mendigue sentimentos a ninguém. Se você tem que convencer alguém a ficar, algo não está certo. Se você se vê listando motivos para a pessoa não desistir, algo está muito errado. Também não fique pensando que um dia vocês irão voltar e que é apenas uma questão de tempo até as coisas entre vocês se resolverem. Se alguém não demonstra claramente que quer você do lado, já passou da hora de você mudar de lado. Se alguém tem dúvidas sobre os sentimentos por você, o problema é todo desse alguém. Apenas respeite e se retire. Até porque, antes de tudo, você deve ter a certeza do amor que tem por você mesmo.
Não se iluda, não fantasie. Se um dia for dar certo, dará. Por enquanto, aceite. A-CA-BOU. Deu vontade de chorar? Chore. Quer gritar? Grite. Fique de pijama por uns dias, coma um pote de sorvete, escute músicas tristes e assista filmes de amor. Depois lava o rosto, respira fundo e comece a viver a sua vida. Só quem aprende a dar adeus às coisas boas do passado está preparado para receber coisas ainda melhores no futuro.
Isso não significa que você deva fingir que nada aconteceu, sair para mil lugares como se não houvesse amanhã só pra fazer média e mostrar o quanto você está bem pros outros. Ocupe seu tempo, mas respeite o seu momento. Foque nas coisas que você realmente gosta e te fazem bem. O importante é o que você sente, não o que o resto do mundo pensa. Calma, é devagar que as coisas vão dando certo.
Você merece um amor de verdade. E te garanto que ele não é assim. Amor de verdade não é feito de migalhas, costuma vir em excesso. Quando alguém realmente te quer, não existe nada tão grande que impeça isso. Há um jeito pra tudo. Se parece estar muito difícil, persistir é erro. Quando mais você adia, mais doloroso fica. Muito pior do que reconhecer o fim, é continuar ao lado de alguém que já não está mais ao seu lado faz tempo.
Às vezes dói, dói mesmo, dói pra caramba. Eu sei, já doeu em mim também. E um dia, certamente, irá doer de novo. Porém, aprendi que quanto mais a gente cutuca o machucado, mais ele demora pra curar. Quando a gente aprende a conviver com a ferida e a deixa sossegada, logo percebe que a dor e o tamanho vão ficando cada vez menores... Ao final, resta uma pequena cicatriz, que fica pra te lembrar o quão forte você é e que mesmo que várias dessas consigam te derrubar, nem um milhão iguais poderão te fazer desistir.
by Jessica Delalana
E toda vez que eu penso em ir atrás e te arrastar de volta à força, eu leio esse texto.
Eu sempre enchi a boca e o peito pra dizer que não dá pra desistir, que tem que acreditar, ter esperança. Que o amor vale a pena mesmo quando a gente se machuca, porque é aí que a gente prova que está vivo, etc, etc.
A última frase do texto vem de encontro a minha 'filosofia', e esse último tombo quase me fez deixar de acreditar nisso tudo.
Eu disse quase, mas foi por muito muito pouco, por um triz,
Saudade.
Vazio diminuindo.
Tem certeza que não quer voltar?
Não é só você. Tenha certeza disso. Amores chegam, amores vão. Um dia a gente ganha, no outro a gente perde. Uma noite você desiste de alguém, na outra alguém desiste de você. É a vida. Por isso, não fique bravo comigo quando eu te disser que se o seu relacionamento acabou, mesmo ainda existindo sentimento da sua parte, você deve aceitar isso e só. Eu sei que é difícil, mas quanto você aprende a pensar dessa maneira, as coisas começam a ficar bem mais fáceis.
Claro que nada é definitivo. Mas nunca mendigue sentimentos a ninguém. Se você tem que convencer alguém a ficar, algo não está certo. Se você se vê listando motivos para a pessoa não desistir, algo está muito errado. Também não fique pensando que um dia vocês irão voltar e que é apenas uma questão de tempo até as coisas entre vocês se resolverem. Se alguém não demonstra claramente que quer você do lado, já passou da hora de você mudar de lado. Se alguém tem dúvidas sobre os sentimentos por você, o problema é todo desse alguém. Apenas respeite e se retire. Até porque, antes de tudo, você deve ter a certeza do amor que tem por você mesmo.
Não se iluda, não fantasie. Se um dia for dar certo, dará. Por enquanto, aceite. A-CA-BOU. Deu vontade de chorar? Chore. Quer gritar? Grite. Fique de pijama por uns dias, coma um pote de sorvete, escute músicas tristes e assista filmes de amor. Depois lava o rosto, respira fundo e comece a viver a sua vida. Só quem aprende a dar adeus às coisas boas do passado está preparado para receber coisas ainda melhores no futuro.
Isso não significa que você deva fingir que nada aconteceu, sair para mil lugares como se não houvesse amanhã só pra fazer média e mostrar o quanto você está bem pros outros. Ocupe seu tempo, mas respeite o seu momento. Foque nas coisas que você realmente gosta e te fazem bem. O importante é o que você sente, não o que o resto do mundo pensa. Calma, é devagar que as coisas vão dando certo.
Você merece um amor de verdade. E te garanto que ele não é assim. Amor de verdade não é feito de migalhas, costuma vir em excesso. Quando alguém realmente te quer, não existe nada tão grande que impeça isso. Há um jeito pra tudo. Se parece estar muito difícil, persistir é erro. Quando mais você adia, mais doloroso fica. Muito pior do que reconhecer o fim, é continuar ao lado de alguém que já não está mais ao seu lado faz tempo.
Às vezes dói, dói mesmo, dói pra caramba. Eu sei, já doeu em mim também. E um dia, certamente, irá doer de novo. Porém, aprendi que quanto mais a gente cutuca o machucado, mais ele demora pra curar. Quando a gente aprende a conviver com a ferida e a deixa sossegada, logo percebe que a dor e o tamanho vão ficando cada vez menores... Ao final, resta uma pequena cicatriz, que fica pra te lembrar o quão forte você é e que mesmo que várias dessas consigam te derrubar, nem um milhão iguais poderão te fazer desistir.
by Jessica Delalana
E toda vez que eu penso em ir atrás e te arrastar de volta à força, eu leio esse texto.
Eu sempre enchi a boca e o peito pra dizer que não dá pra desistir, que tem que acreditar, ter esperança. Que o amor vale a pena mesmo quando a gente se machuca, porque é aí que a gente prova que está vivo, etc, etc.
A última frase do texto vem de encontro a minha 'filosofia', e esse último tombo quase me fez deixar de acreditar nisso tudo.
Eu disse quase, mas foi por muito muito pouco, por um triz,
Saudade.
Vazio diminuindo.
Tem certeza que não quer voltar?
27 de out. de 2015
Roubando textos
Não sei porquê
Hoje quando acordei, em meio a aquela bagunça acumulada de uma semana de noites mal dormidas, encontrei uma foto nossa jogada no chão.
Observando aquela foto por instantes, viajei pro dia em que a gente se conheceu, relembrando cada encontro, nos mínimos detalhes, e deixando escapar sorrisos incontroláveis, acompanhados de suspiros.
Incrível era o efeito do seu sorriso em mim, aquele que se fosse utilizado em uma guerra desarmaria o inimigo, aquele que transparecia todo aquele seu coração cheio de dúvidas e meias certezas.
No meio das lembranças, aquela da manhã em que eu fechei a porta e disse: Bom trabalho!
Não sei porque diabos ainda me preocupo com você.
Porque ainda guardo o canto do bolo, um vinho na geladeira, aqueles cookies (que eu nem como) pro café da manhã.
Não sei, mas ainda passo naquela esquina no mesmo horário, na esperança de ver você passar, ainda lembro de você todo fim de tarde quando chove, e quando não chove também.
Porque ainda escuto as mesmas músicas, uso aquela camiseta surrada que você pegou emprestada uma vez. Frequento os mesmos lugares. Ainda deito do outro lado da cama, esperando que você volte a ocupar o seu, mesmo já fazendo um mês que você se foi.
Aquelas fotos ainda estão na estante, ainda frequento suas redes sociais e reviro a casa toda procurando sinais que me façam acreditar que você realmente algum dia esteve ali, dividindo aqueles metros quadrados comigo.
Eu sei, mas espero aquele convite do jantar, aquela ligação me perguntando se estou em casa, ainda espero que entre por aquela porta, dizendo que aquele "bom trabalho" estava errado e que voltou pra me dar mais um beijo.
Não sei porque ainda rego esperanças quase secas no meio desse deserto, deposito toda a minha fé na sua volta, que parece tão improvável.
Não sei porque não me disponho a te esquecer, não sei, mas insisto em insistir em você.
Adaptado de 'Alessandra'
De um blog que achei esses dias
Um blog que me faz um mal danado de verdades
Já estou parando de insistir, eu juro. Cada dia é mais um dia 'sóbria'
Eu devia ganhar moedas.
Hoje quando acordei, em meio a aquela bagunça acumulada de uma semana de noites mal dormidas, encontrei uma foto nossa jogada no chão.
Observando aquela foto por instantes, viajei pro dia em que a gente se conheceu, relembrando cada encontro, nos mínimos detalhes, e deixando escapar sorrisos incontroláveis, acompanhados de suspiros.
Incrível era o efeito do seu sorriso em mim, aquele que se fosse utilizado em uma guerra desarmaria o inimigo, aquele que transparecia todo aquele seu coração cheio de dúvidas e meias certezas.
No meio das lembranças, aquela da manhã em que eu fechei a porta e disse: Bom trabalho!
Não sei porque diabos ainda me preocupo com você.
Porque ainda guardo o canto do bolo, um vinho na geladeira, aqueles cookies (que eu nem como) pro café da manhã.
Não sei, mas ainda passo naquela esquina no mesmo horário, na esperança de ver você passar, ainda lembro de você todo fim de tarde quando chove, e quando não chove também.
Porque ainda escuto as mesmas músicas, uso aquela camiseta surrada que você pegou emprestada uma vez. Frequento os mesmos lugares. Ainda deito do outro lado da cama, esperando que você volte a ocupar o seu, mesmo já fazendo um mês que você se foi.
Aquelas fotos ainda estão na estante, ainda frequento suas redes sociais e reviro a casa toda procurando sinais que me façam acreditar que você realmente algum dia esteve ali, dividindo aqueles metros quadrados comigo.
Eu sei, mas espero aquele convite do jantar, aquela ligação me perguntando se estou em casa, ainda espero que entre por aquela porta, dizendo que aquele "bom trabalho" estava errado e que voltou pra me dar mais um beijo.
Não sei porque ainda rego esperanças quase secas no meio desse deserto, deposito toda a minha fé na sua volta, que parece tão improvável.
Não sei porque não me disponho a te esquecer, não sei, mas insisto em insistir em você.
Adaptado de 'Alessandra'
De um blog que achei esses dias
Um blog que me faz um mal danado de verdades
Já estou parando de insistir, eu juro. Cada dia é mais um dia 'sóbria'
Eu devia ganhar moedas.
8 de out. de 2015
Oi
E só fico pensando que chegou quinta-feira
Então acabou a semana pra você, pra mim
Eu fiquei esperando o interfone gritar de segunda até hoje
E quando tocou era todo mundo menos o porteiro brincando comigo e com teu nome
Eu só queria que você quisesse
Que me surpreendesse
Que fosse diferente
E que essa fosse a vez de eu me provar suficiente
Talvez eu só tenha mesmo cumprido minha função de satisfazer a 'alma' masculina
Ontem vi o vídeo do Ed Sheeran que você indicou
Golpe baixo
Parece que sabia que em duas semanas eu ia estar na fossa
Ainda te quero
Volta?
Não posso nem pedir isso em voz alta
Mas volta?!
"I found your hair band on my bedroom floor
The only evidence that you've been here before"
Ouvindo U.N.I - Ed Sheeran
Queria que alguém ainda me lesse.
Tantos erros...
Então acabou a semana pra você, pra mim
Eu fiquei esperando o interfone gritar de segunda até hoje
E quando tocou era todo mundo menos o porteiro brincando comigo e com teu nome
Eu só queria que você quisesse
Que me surpreendesse
Que fosse diferente
E que essa fosse a vez de eu me provar suficiente
Talvez eu só tenha mesmo cumprido minha função de satisfazer a 'alma' masculina
Ontem vi o vídeo do Ed Sheeran que você indicou
Golpe baixo
Parece que sabia que em duas semanas eu ia estar na fossa
Ainda te quero
Volta?
Não posso nem pedir isso em voz alta
Mas volta?!
"I found your hair band on my bedroom floor
The only evidence that you've been here before"
Ouvindo U.N.I - Ed Sheeran
Queria que alguém ainda me lesse.
Tantos erros...
4 de out. de 2015
Insensatez
Você me permite ir, você me permite escolher, você é democrática, sensata, elegante, madura, equilibrada, não procura forçar sua opinião, impor sua vontade, você oferece espaço, aguarda, pede que eu reconheça seu valor, sai de perto para não pressionar, chora e sofre distante, recrimina o ciúme e me exclui.
Desculpa. Mas amor não é justiça, amor não é julgamento, amor não é consciência, amor não é controle.
Amor é um filho da p. da insistência, é manter-se perto, próximo, junto, grudado, até que o entendimento da vida estale.
Não é se afastar, não é facilitar o trabalho dos outros se afastando. Não é exigir que venha agora ou nada, que venha inteiro ou nada. Diante do extremismo, sempre ficaremos com nada.
Partilho da crença de que o provisório é tudo.
Pode vir pela metade, fragmentada, dividida, um terço de si, uma parcela, que eu aceito e completo. Eu lhe quero do jeito que der, do jeito que for.
Pode vir confusa, em crise, indecisa, ambígua, que logo unifico seus receios.
Não confio na saudade, confio na presença. A saudade só adoça o arrependimento.
Eu não saúdo a saudade. Eu dou a porta de saída para a saudade.
É com a convivência que vou mostrar que sou o melhor para seu temperamento, que sou também o pior, que sou o que espera, e sou também o que não espera, que sou sua alegria e também sua desordenada raiva, que sou seu encantamento e também sua decepção, que sou o centro de seus dias e também as margens de suas noites.
Não serei educado para deixá-la em paz. Nunca. Amor quando dói é mal-educado. Falarei excessivamente, farei sinais e gestos passionais, tremerei mais do que copo de morto - terá o que se lembrar de mim.
Não finja que deseja meu bem. Não há bem com a distância. Deseje meu mal, mas deseje que eu seja seu.
Aquele que é o nosso maior erro costuma ser o grande amor de nossa vida.
(Eu gostaria que fosse)
Fabrício Carpinejar
Ele fala por mim.
Desculpa. Mas amor não é justiça, amor não é julgamento, amor não é consciência, amor não é controle.
Amor é um filho da p. da insistência, é manter-se perto, próximo, junto, grudado, até que o entendimento da vida estale.
Não é se afastar, não é facilitar o trabalho dos outros se afastando. Não é exigir que venha agora ou nada, que venha inteiro ou nada. Diante do extremismo, sempre ficaremos com nada.
Partilho da crença de que o provisório é tudo.
Pode vir pela metade, fragmentada, dividida, um terço de si, uma parcela, que eu aceito e completo. Eu lhe quero do jeito que der, do jeito que for.
Pode vir confusa, em crise, indecisa, ambígua, que logo unifico seus receios.
Não confio na saudade, confio na presença. A saudade só adoça o arrependimento.
Eu não saúdo a saudade. Eu dou a porta de saída para a saudade.
É com a convivência que vou mostrar que sou o melhor para seu temperamento, que sou também o pior, que sou o que espera, e sou também o que não espera, que sou sua alegria e também sua desordenada raiva, que sou seu encantamento e também sua decepção, que sou o centro de seus dias e também as margens de suas noites.
Não serei educado para deixá-la em paz. Nunca. Amor quando dói é mal-educado. Falarei excessivamente, farei sinais e gestos passionais, tremerei mais do que copo de morto - terá o que se lembrar de mim.
Não finja que deseja meu bem. Não há bem com a distância. Deseje meu mal, mas deseje que eu seja seu.
Aquele que é o nosso maior erro costuma ser o grande amor de nossa vida.
(Eu gostaria que fosse)
Fabrício Carpinejar
Ele fala por mim.
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