29 de jan. de 2012

Então...

Premissa: não fazer as coisas contra a vontade. Deixar rolar, deixar acontecer.

Não tá na hora ainda. Forçar é desperdiçar oportunidades e chances. Boas chances. Fico ressabiada com o tempo, que pode me trair de novo. Mas, fazer o quê?! As coisas tem que acontecer na hora certa, do jeito certo, com os sentimentos certos. Atropelos não funcionam, ou não funcionam por um longo tempo.
O futuro está se desenhando. Eu tenho que eliminar um ponto da minha rota maluca, e eu acho que talvez seja no padrão médio prazo. Mais pra curto. A força da informação me chocou. Eu achei que teria mais tempo (ele de novo). Eu ainda tinha esperança naquela brecha que me permitiria voltar pra terra fria e ver se funcionaria. Essa nova opção me permitiria mais proximidade, mas, por outro lado, uma distância definitiva. Sem volta. E a vida? Ia passar como? Medo.
Cabeça cheia. De novo. O ano começou com tudo. Esses dias, de novo, senti daquela loucura que eu já superei uma vez rondando. Superei por escolha própria. Não quero aquele fundo do poço de novo, não preciso chegar lá pra decidir que não preciso enlouquecer. Mas a sensação de não saber o que fazer, não ter um plano é, por si só, inquietante. A solidão é inquietante.

Status: procurando uma solidão maior que a minha. O show tem que continuar.

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